Estamos de volta…

Olá prezado leitor!

É com grande prazer que volto a escrever neste blog podendo dividir com cada um de você tudo o que tenho aprendido nesses tempos que fiquei “afastado” deste espaço.

A minha intenção aqui é publicar textos e recomendações relevantes para a formação empreendedora do brasileiro, por isso manter um blog como este é necessário ter dedicação e tempo. Infelizmente passei e estou passando por uma fase que o trabalho e o estudo tomam muito do meu tempo e me falta oportunidade de sentar, estudar sobre o tema e passar para você.

Ainda assim estou me propondo a voltar a escrever aqui, pelo menos para passar a você um pouco do que tenho vivido nestes tempos… Quero voltar a escrever semanalmente, vou fazer disso aqui uma terapia e vou me planejar para isso.

 Já neste primeiro post comento sobre um assunto que já tratamos aqui: intra-empreendedorismo.

(Para lembrar: Empreendedor x intra-empreendedor)

Como citado no texto anterior, o intra-empreendedor é aquele cara que não tem o seu próprio negócio, mas encara a empresa para a qual presta serviço como se fosse dele, criando oportunidades de crescimento bilateral e motivando equipes para atingir seus objetivos.

Neste sentido tenho vivido uma experiência muito interessante na empresa que trabalho. A empresa presta serviços para concessionárias de rodovias estaduais sendo tais serviços tanto de fabricação de produtos como no fornecimento de mão-de-obra, portanto exige um plantel considerável na produção e um alto grau de controle.

Seria simples de controlar se a empresa com setenta funcionários fosse administrada por oito ou dez pessoas, mas hoje o corpo administrativo da empresa conta com três pessoas: o dono da empresa, eu e outro funcionário. Parece brincadeira, mas não é e por isso tenho me ausentado daqui.

Com esse grande volume de trabalho, que vai desde atendimento ao cliente até compra de suprimentos, processos licitatórios e controle financeiro era natura que houvesse um envolvimento grande dos dois funcionários com a empresa.

Mas envolvimento ainda não seria suficiente para explicar a minha vontade sinto de resolver cada problema que aparece, uma vez que atingir resultados é o mínimo que se espera de um funcionário. Eu  percebi que para superar as expectativas eu precisava fazer um pouco mais, me dedicar um pouco mais… Eis então que, depois de ler diversos artigos sobre isso, a solução seria encara o desafio como se fosse seu, fazer da empresa a sua organização.

É claro que essa mudança de pensamento não solucionou todos os meus problemas, mas gerou energia para transpor a barreira do mediano, resultando em um reconhecimento financeiro relativamente interessante.

Algum tempo se passou desde que comecei a encarar o trabalho desta forma, acho que foi uma grande evolução aliada a liberdade de criação e que disponho dentro da empresa. Entretanto , o que eu faço hoje é apenas gerar dados, controles e análises e não tomar decisões. Não tomar decisões nesse caso não significa pedir permissão para tudo, mas as decisões estratégicas cabem exclusivamente ao do da empresa.

E talvez essa seja a linha tênue entre o empreendedor e o intra-empreendedor, ter ou não o poder de tomar decisões que influenciem diretamente na estratégia da empresa e política da empresa.

Este é o meu próximo passo. Até a próxima.

Abraços empreendedores.

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