Entusiasmo

Olá prezado leitor,

Estes dias recebi um e-mail de um amigo que continha uma passagem muito interessante e que tem tudo a ver com uma das principais características comportamentais que tangem o empreendedorismo. O texto fala sobre o entusiasmo, mas infelizmente apresenta o nome do autor , veja:

“A palavra entusiasmo vem do grego e significa “ter um deus dentro de si”. Os gregos como politeístas,  acreditavam em  vários deuses.

A pessoa “entusiasmada” era aquela “preenchida” por um dos deuses e por isso poderia transformar a  natureza e fazer as coisas acontecerem.

Assim, se você fosse “entusiasmado” por  Deméter (deusa da Agricultura, chamada Ceres na mitologia romana) você seria  capaz de fazer acontecer a melhor colheita, e assim por diante.

Segundo os  gregos, só as pessoas “entusiasmadas” eram capazes de vencer os desafios do  cotidiano, criar uma realidade ou modificá-la. Portanto, era preciso  “entusiasmar-se”, ou seja, “abrigar um deus em si”!

É por esta razão que as pessoas “entusiasmadas” acreditam em si, agem com serenidade,  alegria e firmeza, também acreditando nos outros “entusiasmados”.

Não é o  sucesso que traz o entusiasmo, é o “entusiasmo” que traz o sucesso.

O “entusiasmo” é bem diferente do otimismo. O otimismo significa esperar que uma coisa dê certo, o “entusiasmo” acredita que é possível fazer dar certo.”

Se você quer conhecer uma empresa que faz acontecer, que é exemplo de entusiasmo, e se interessa por jogos online, conheça a Wee Games clicando aqui.

Fica a dica: “Um empreendedor de sucesso não é aquele que acredita ter uma ideia boa, mas sim aquele que prova para a sociedade que seu produto tem utilidade”.

Por isso, mãos a obra!!

Abraços empreendedores,

Anúncios

Estamos de volta…

Olá prezado leitor!

É com grande prazer que volto a escrever neste blog podendo dividir com cada um de você tudo o que tenho aprendido nesses tempos que fiquei “afastado” deste espaço.

A minha intenção aqui é publicar textos e recomendações relevantes para a formação empreendedora do brasileiro, por isso manter um blog como este é necessário ter dedicação e tempo. Infelizmente passei e estou passando por uma fase que o trabalho e o estudo tomam muito do meu tempo e me falta oportunidade de sentar, estudar sobre o tema e passar para você.

Ainda assim estou me propondo a voltar a escrever aqui, pelo menos para passar a você um pouco do que tenho vivido nestes tempos… Quero voltar a escrever semanalmente, vou fazer disso aqui uma terapia e vou me planejar para isso.

 Já neste primeiro post comento sobre um assunto que já tratamos aqui: intra-empreendedorismo.

(Para lembrar: Empreendedor x intra-empreendedor)

Como citado no texto anterior, o intra-empreendedor é aquele cara que não tem o seu próprio negócio, mas encara a empresa para a qual presta serviço como se fosse dele, criando oportunidades de crescimento bilateral e motivando equipes para atingir seus objetivos.

Neste sentido tenho vivido uma experiência muito interessante na empresa que trabalho. A empresa presta serviços para concessionárias de rodovias estaduais sendo tais serviços tanto de fabricação de produtos como no fornecimento de mão-de-obra, portanto exige um plantel considerável na produção e um alto grau de controle.

Seria simples de controlar se a empresa com setenta funcionários fosse administrada por oito ou dez pessoas, mas hoje o corpo administrativo da empresa conta com três pessoas: o dono da empresa, eu e outro funcionário. Parece brincadeira, mas não é e por isso tenho me ausentado daqui.

Com esse grande volume de trabalho, que vai desde atendimento ao cliente até compra de suprimentos, processos licitatórios e controle financeiro era natura que houvesse um envolvimento grande dos dois funcionários com a empresa.

Mas envolvimento ainda não seria suficiente para explicar a minha vontade sinto de resolver cada problema que aparece, uma vez que atingir resultados é o mínimo que se espera de um funcionário. Eu  percebi que para superar as expectativas eu precisava fazer um pouco mais, me dedicar um pouco mais… Eis então que, depois de ler diversos artigos sobre isso, a solução seria encara o desafio como se fosse seu, fazer da empresa a sua organização.

É claro que essa mudança de pensamento não solucionou todos os meus problemas, mas gerou energia para transpor a barreira do mediano, resultando em um reconhecimento financeiro relativamente interessante.

Algum tempo se passou desde que comecei a encarar o trabalho desta forma, acho que foi uma grande evolução aliada a liberdade de criação e que disponho dentro da empresa. Entretanto , o que eu faço hoje é apenas gerar dados, controles e análises e não tomar decisões. Não tomar decisões nesse caso não significa pedir permissão para tudo, mas as decisões estratégicas cabem exclusivamente ao do da empresa.

E talvez essa seja a linha tênue entre o empreendedor e o intra-empreendedor, ter ou não o poder de tomar decisões que influenciem diretamente na estratégia da empresa e política da empresa.

Este é o meu próximo passo. Até a próxima.

Abraços empreendedores.

Áreas em que faltam profissionais, segundo recrutadores.

Olá prezado leitor,

Esta notícia foi publicada no site da Globo.com:

 

Analista ou coordenador contábil com inglês fluente
“Faz uns três anos que estamos com dificuldade nessa área por conta da escassez de profissionais. Quando o Brasil era uma economia de inflação, o setor de contabilidade não era estratégico, e sim operacional. Com o crescimento do país, todas as funções dentro de uma empresa ficaram mais complexas. Mas como a área era operacional, o público perdeu interesse”, diz Fabiana Nakazone, gerente da divisão especialistas do Grupo DMRH. Ela diz que, como a função tornou-se estratégica, há a necessidade de inglês fluente.

 

Consultor SAP com inglês fluente e experiência
Profissional da área de Tecnologia da Informação (TI) que saiba trabalhar e fazer personalizações no programa SAP, usado por empresas para a gestão de negócios. “Precisamos de profissionais com inglês fluente porque o sistema é integrado fora do Brasil e, às vezes, é preciso dar suporte para o exterior”, afirma Fabiana Nakazone, gerente da divisão especialistas do Grupo DMRH.

 

Profissionais da área de Tecnologia da Informação (TI)
O diretor da Trabalhando.com.br, Renato Grinberg, disse que, além de difíceis de encontrar, os profissionais da área também pedem salários muito altos para sair das empresas onde já estão, pois recebem contraproposta para ficar. De acordo com Leandro Cabral, diretor comercial da Catho Online, a área de TI já vem sinalizando falta de profissionais qualificados desde o início desta década.

 

Profissionais da área de vendas e teleatendimento
Levantamento feito com 187 empresas pela Curriculum.com.br para o G1 mostrou que, além das áreas de TI e engenharia, o setor de vendas também apresenta dificuldades para achar profissionais em 2010. De acordo com Marcelo Abrileri, presidente da Curriculum, não está fácil encontrar um bom vendedor. Renato Grinberg, diretor da Trabalhando.com.br, disse que a área comercial está com forte demanda por conta do crescimento da economia, que exige profissionais do setor. Segundo a Catho Online, vendas e teleatendimento têm, ainda, alta rotatividade.

 

Coordenador de medicina e
segurança do trabalho para o varejo

“A área costuma ser bem forte em indústrias, mas quando o varejo exige a mesma função, é difícil encontrar profissionais que se encaixem no ritmo”, Fabiana Nakazone, gerente da divisão especialistas do Grupo DMRH. De acordo com ela, o volume de pessoas e o estilo do varejo não são os mesmos que os da indústria e não é fácil achar profissionais adequados.

 

Engenheiros
O mercado precisa de engenheiros em geral, mas especialistas ouvidos pelo G1 ressaltam escassez maior nas áreas de infraestrutura, projetos e civil.  “O Brasil está crescendo e precisamos de profissionais especialistas em obras de grande porte, como rodovias, hidrelétricas e saneamento. Não tem gente preparada para fazer isso”, diz Fátima Brandão, gerente do Foco RH.

 

Médicos
De acordo com Leandro Cabral, diretor comercial da Catho Online, tem sido difícil encontrar médicos para vagas em diversas especialidades, segundo percepção do site. Cabral diz que faltam profissionais com qualificações e formações específicas.

 

Secretárias
De acordo com Renato Grinberg, diretor da Trabalhando.com.br, as mulheres têm perdido o interesse pelo cargo de secretária. “Não tem candidatas jovens”, afirma. Segundo ele, algumas empresas até preenchem a vaga de secretária com outros profissionais. O especialista explica, porém, que, quando a empresa começa a crescer, sente a necessidade de um profissional formado na área de secretariado.

 

Profissionais da área de mineração
De acordo com Leandro Cabral, diretor comercial da Catho Online, foi notada dificuldade no site para encontrar profissionais da área em geral, desde operacional e técnica a engenheiros e executivos. Segundo Cabral, a mineração pede profissionais com formação e qualificações muito específicas. Ele também ressalta que o setor trabalha muito com a indicação de funcionários.

 

Profissionais da área petroquímica e de energia
De acordo com Leandro Cabral, diretor comercial da Catho Online, a área petroquímica pede formação bastante específica e nem sempre há profissionais disponíveis e qualificados no mercado. No ramo de energia, o problema se repete. “Com os avanços tecnológicos e o aumento da demanda, é cada vez mais escasso o número de profissionais qualificados e prontos para atuar nesse setor.”

 

Casos específicos
Além dos cargos citados na tabela acima, os especialistas de recursos humanos lembraram também exemplos de cargos de difícil preenchimento apenas em algumas regiões do país.

É o caso do cargo de analista de custos para o Centro-Oeste, que tenha perfil estratégico e inglês fluente, diz Fabiana Nakazone, gerente da divisão especialistas do Grupo DMRH. Segundo Fabiana, nesse caso foi difícil preencher o posto por conta da localização da vaga. “O requisitante pediu inglês fluente com perfil estratégico. Quando vamos para o Centro-Oeste, onde estão as filiais das empresas, fica mais difícil achar esse profissional”, afirmou.

Outra função de difícil preenchimento foi a de médico do trabalho com experiência em grandes empresas para o Nordeste, lembrou Fabiana. “As empresas abrem polos em cidades pequenas e a pessoa que está na capital não vai querer ir para o interior”, disse. Ela lembrou, ainda, que dificilmente os médicos conseguem trabalhar em muitas empresas no mesmo dia, já que eles têm a agenda cheia.

Renato Grinberg, diretor da Trabalhando.com.br, afirmou que a empresa também teve dificuldades para encontrar profissionais da área farmacêutica que tenham conhecimentos em assuntos regulatórios, ou seja, conheçam as normas brasileiras para o setor. “Demorou bastante para preencher essa vaga”, afirmou. Segundo ele, a área de laboratórios está em crescimento no Brasil e muitas empresas do segmento estão investindo no país, daí a necessidade de especialistas na área de regulamentação.

Contraproposta
Os salários para contratar profissionais já experientes também aumentaram, em virtude da economia mais aquecida e do consequente assédio de outras empresas para que o funcionário troque de companhia. Isso, segundo recrutadores, faz com que muitos empregadores tentem segurar sua equipe, cobrindo as ofertas dos concorrentes. “No ano passado, as empresas tiveram que enxugar o quadro e poucas fizeram contraproposta. Neste ano, os empregadores estavam com dinheiro e todos os bons candidatos, se tiveram proposta para sair, receberam a contraproposta”, disse Fabiana, do Grupo DMRH.

Na área de Tecnologia da Informação (TI), por exemplo, Leandro Cabral, diretor comercial da Catho Online, diz que a procura tem crescido a cada dia. “Profissionais nessa área estão entre os mais bem remunerados do mercado, portanto, já recebem acima da média”. Ele lembrou que o investimento na qualificação na área é alto. “Porém, isso é observado em várias outras profissões e, mesmo assim, a remuneração média fica abaixo da de TI”, disse.

Empresas abrem mão de qualificações
De acordo com Fátima Brandão, gerente do Foco RH, as empresas estão abrindo mão de alguns conhecimentos ou experiências nos profissionais, desde que eles tenham o perfil comportamental adequado. De acordo com ela, um profissional que seja ‘100%’ às vezes pode receber uma proposta melhor de outro empregador e ficar por pouco tempo na empresa. “Não tem mão de obra tecnicamente para todo mundo”, disse. Segundo ela, quando escolhe por um profissional que não está completamente treinado, a empresa opta por dar cursos ou oferecer treinamentos.

“Muitos cargos de gestão, como coordenadores, gerentes e diretores, deixam de ser preenchidos por falta de profissionais preparados no mercado”, disse Cabral. Para Grinberg, quanto mais sobe o cargo, maiores são as especificações. “Os clientes pedem um superhomem.”

Como aproveitar oportunidades
Para Fabiana Nakazone, vale aos candidatos ficarem de olho nas vagas mais difíceis de preencher para tentar atendê-las. Segundo ela, às vezes um profissional formado em determinada área não enxerga todas as possibilidades que a carreira tem a oferecer, focando apenas no setor que está mais saturado. “É importante ver o que cada formação pode oferecer”.

Renato Grinberg alerta que o candidato precisa gostar do que faz. Ele lembra que de nada adianta cursar engenharia só porque há vagas disponíveis na área se a pessoa não tiver habilidade com números, por exemplo.

 

Abraços empreendedores,

 

Publicado em Empreendedorismo. Comentários desativados em Áreas em que faltam profissionais, segundo recrutadores.

Especialistas apontam áreas de trabalho mais promissoras em 2011.

Olá prezado leitor,

Esta notícia foi publicada no site da Globo.com:

 

O ano de 2011 deverá ser mais promissor para setores ligados diretamente ao desenvolvimento do país, segundo especialistas em mercado de trabalho ouvidos pelo G1. O bom desempenho da economia brasileira aumenta a demanda por mão de obra qualificada para áreas como infraestrutura, energia, telecomunicações, tecnologia e óleo e gás.

Além dos segmentos diretamente relacionados ao crescimento econômico, os especialistas lembram também a tendência de forte alta na área de bem estar social, o que envolve desde sustentabilidade e meio ambiente até saúde e estética.

 

Área comercial e internet
“A área sofreu muito na crise econômica, já que muitas empresas cortaram os profissionais porque as vendas diminuíram”, diz Renato Grinberg, diretor da Trabalhando.com.br. De acordo com o especialista, com o crescimento econômico, as empresas voltam a precisar desses profissionais. Para Alexia Franco, líder da operação da Hays no Rio de Janeiro, empresa da área de recrutamento, o segmento de vendas pela internet deve se destacar pelo crescimento das operações. “São necessários profissionais que saibam atuar no desenvolvimento de parcerias de negócios na internet, com expertise na área”, afirma.

 

Tecnologia da Informação (TI) e comunicação
Os perfis dos profissionais do setor estão cada vez mais complexos e as empresas precisam de pessoal com qualificações e conhecimentos em plataformas específicas. Além disso, a previsão é que os investimentos em redes sociais continuem a crescer, o que demanda especialistas na área, segundo Selma Morandi, diretora do Grupo Foco, empresa do setor de recursos humanos. “Tudo o que se fala em termos de desenvolvimento impacta na área de tecnologia”, lembra Alexia Franco, líder da operação da Hays. Para o diretor de graduação do Centro Universitário Senac, Eduardo Ehlers, a área de TI cada vez mais se aproxima da comunicação. “Há um crescimento no setor de produção multimídia como um todo”, afirma. Ele destaca, ainda, o segmento de jogos digitais.

 

Telecomunicações
O setor de telecomunicações necessita cada vez mais de especialistas em tecnologias como transferências de dados, 3G e Rede IP, cabos, entre outras, diz Alexia Franco, da Hays. Quanto mais cresce o número de usuários de celulares, por exemplo, aumenta a demanda nas redes de telecomunicações e de telefonia celular. “É preciso de profissionais como engenheiros e analistas de telecomunicações para a elaboração de projetos e até mesmo monitoramento e atuação nessas redes”, aponta o consultor da Alliance Coaching, Silvio Celestino.

 

Varejo e consumo
O crescimento econômico estimula a contratação de profissionais em diversas áreas do varejo, como alimentos, bebidas, cosméticos, roupas e supermercados, entre outros. A demanda é por trabalhadores de vários níveis, desde iniciantes a diretores, diz Selma Morandi, diretora do Grupo Foco. “O setor não caiu durante a crise, mas há uma nova demanda em função do aumento do nível da renda”, diz Alexia Franco, líder da operação da Hays. O crescimento no setor gera, ainda, investimentos em campanhas de publicidade e até em novos empreendimentos.

 

Sustentabilidade, meio ambiente e saúde
Para Selma Morandi, diretora do Grupo Foco, as empresas devem investir cada vez mais em profissionais voltados às áreas ambiental e de sustentabilidade. Nesse caso, a necessidade é por profissionais que acompanham e tenham experiência e especializações no setor. Para o diretor de graduação do Centro Universitário Senac, Eduardo Ehlers, há uma crescente busca pelo bem-estar individual e coletivo. “Cada vez se fala mais sobre ambiente e vida saudável”, disse. Ehlers prevê crescimento também em áreas como estética, turismo e hospitalidade, relacionadas ao bem-estar.

 

Energia
Eventos como a Copa de 2014 e as Olimpíadas de 2016, além de empresas de fora que pretendem investir no Brasil, demandam profissionais do setor de energia, destaca Selma Morandi, diretora do Grupo Foco. Mas é difícil preencher as vagas. “Falta qualificação nessa área. Os engenheiros ou migraram de área ou foram para o exterior”, diz ela. Alexia Franco, líder da operação da Hays no Rio de Janeiro, lembra, ainda, que o crescimento do pais depende do setor da energia, o que torna o setor permanentemente promissor.

 

Construção civil
O setor também deverá se beneficiar com a Copa de 2014 e as Olimpíadas de 2016, diz Selma Morandi, diretora do Grupo Foco. Além de programas como o “Minha Casa, Minha Vida”, do governo federal, e o crescimento do setor imobiliário no país aumentam a procura por profissionais especializados. “Falta desde mão de obra básica até analistas financeiros voltados à área da construção”, diz o consultor da Alliance Coaching, Silvio Celestino. De acordo com o especialista, todos os setores que estão em volta sentem o reflexo, como materiais de construção, imobiliárias e design de interiores.

 

Óleo e gás
Descobertas de reservas de petróleo no país aquecem o setor e atraem investimentos, diz Alexia Franco, líder da operação da Hays no Rio de Janeiro. “Há empresas que antes tinham apenas representações e agora já querem ter as próprias estruturas no Brasil”, diz. Além disso, o setor de extração de minérios também está aquecido, diz Selma Morandi, do Grupo Foco.

 

Infraestrutura e transporte
Assim como nos setores da energia e da construção civil, eventos como a Copa de 2014 e as Olimpíadas de 2016 também demandam profissionais voltados para infraestrutura. “Até mesmo a área de shoppings centers e estruturas comerciais precisam de especialistas”, afirma Alexia Franco, líder da operação da Hays. O consultor da Alliance Coaching, Silvio Celestino, lembra que o setor de transporte aéreo também deverá se beneficiar.

 

Setor farmacêutico
De acordo com Alexia Franco, da Hays, laboratórios do exterior buscam trazer investimentos para o Brasil, o que demanda profissionais técnicos e com atuação científica. Segundo ela, a pesquisa e o desenvolvimento, que sempre foram feitos lá fora, pode passam a acontecer no país.

 

Setor contábil, fiscal e financeiro
Por conta do aquecimento da economia, a demanda por profissionais nas áreas contábil, fiscal e financeira é crescente, diz Renato Grinberg, diretor da Trabalhando.com.br. O setor de fundos de investimentos também está em crescimento, aponta Alexia Franco, da Hays. “Há muitos investidores estrangeiros querendo aplicar em fundos de investimentos no Brasil em função do alto retorno”, afirma. Para o consultor da Alliance Coaching, Silvio Celestino, a demanda por profissionais da área de investimentos será ainda maior se a taxa de juros brasileira continuar a cair. “Passa a ficar desinteressante aplicar na poupança e cresce a demanda por analistas financeiros.”

 

Recursos humanos
O aquecimento do mercado de trabalho faz com que as empresas busquem profissionais de recursos humanos qualificados para atuar em áreas como as de desenvolvimento, capacitação, treinamento, gestão e  retenção. “Durante a crise, o profissional de RH ficou um pouco esquecido”, diz Alexia Franco, da Hays. Para o consultor da Alliance Coaching, Silvio Celestino, há demanda também por profissionais que saibam treinar líderes com origem técnica. “Quando você tem um líder que não foi preparado, ele pode provocar situações constrangedoras com o profissional.”

 

Seguros e segurança
Algumas áreas são favorecidas por disfuncionalidades do Brasil, lembra o consultor da Alliance Coaching, Silvio Celestino, que cita o setor de segurança como em crescimento. Ele lembra, ainda, que o bom desempenho da economia e o aumento da renda fazem com que uma nova camada da população tenha acesso a bens que antes não tinha, como automóveis, exigindo das empresas de seguros adequação para esse público.

 

Candidato deve buscar atender mercado
Na hora de mirar um setor para buscar trabalho, não basta olhar apenas para a tendência de crescimento. Especialistas afirmam que os candidatos devem estar qualificados e preparados para essas vagas. “É preciso estar atento ao mercado e buscar aperfeiçoamento profissional”, afirma Selma Morandi, diretora do Grupo Foco.

Alexia Franco, líder da operação da Hays no Rio de Janeiro, afirma, ainda, que cada candidato deve estar atento ao segmento onde atua, pois cada setor tem sua necessidade. A especialista dá a dica para profissionais de áreas técnicas buscarem experiência na elaboração de projetos. “Tudo depende de projetos atualmente. É preciso saber lidar com cronogramas.”

Alexia destaca a importância de adquirir certificações. Um segundo idioma, principalmente o inglês, também é um investimento importante, segundo a especialista. “Muita gente não investe no inglês e fica para trás.”

 

Proatividade
Para Alexia, porém, os candidatos precisam ter proatividade e ir atrás do mercado. “Tem muito profissional passivo. É preciso ler jornal, ver as empresas que estão em alta. Quem busca a carreira é o executivo”, diz

Selma concorda e destaca que o importante é estar sempre atualizado em relação às tendências e não esperar que a oportunidade “caia no colo”. É importante, também, ter autoconhecimento para saber o que gosta de fazer e “ir trilhando o caminho”, lembra Alexia.

Abraços empreendedores,


Publicado em Empreendedorismo. Comentários desativados em Especialistas apontam áreas de trabalho mais promissoras em 2011.

Pense diferente

Olá caro leitor,

Esses dias eu estava navegando pela internet e encontrei uma apresentaçãozinha legal… Nada a la TED, mas é bom para nós refletirmos em nossas vidas profissional e pessoal.

Espero que lhes seja útil.

tp://www.slideshare.net/sebraesp/pense-diferente

 

Abraços empreendedores,

Lapso criativo

Olá caro leitor,

O vídeo que postarei hoje é bastante sugestivo….  Muitas vezes ficamos adestrados a pensar obedecendo a algoritmos pré-escritos e não prestamos atenção à nossa própria liberdade de criação, papel que o subcosciente procura exercer nesse vídeo.

Pensemos fora da caixa!!! Saia da monotonia!!!

 

Abraços empreendedores,

A oportunidade vem para que está preparado e aceita assumir riscos.

Olá prezado leitor,

Esta semana eu gostaria de dividir com você uma história interessante que venho acompanhando de um amigo meu. Não darei “nome aos bois” pelo simples motivo que não fará nenhuma diferença no resultado da história, mas tenha a certeza de que essa é uma história real.

Nos conhecemos por acaso, a filha dele estudava na mesma escola que minha irmãzinha e meus pais que tiveram o primeiro com esse o casal. Ambos formados em engenharia civil, ele trabalha e na área de qualidade de uma empresa do setor de energia renovável e ela trabalha em uma grande construtora.

Na época, eu cursava engenharia ambiental buscava um estágio de férias na área. Foi então que surgiu a oportunidade de trabalhar com essa moça na construção de estações de tratamento de esgoto na cidade onde moram meus pais. Desde então pude me aproximar e conhecer um pouco mais da vida deles.

Durante esses três meses de férias aproveitei cada momento para aprender tudo que me era passado, tarefa nada fácil para um iniciante no mercado de trabalho, mas mesmo assim estava entusiasmado. Procurei dar o meu melhor no trabalho, espero ter conseguido, mas o que valeu mais mesmo foi a amizade que criamos. Apesar de sermos de idades bem diferentes, em momentos de vida diferente acho que consegui conquistar a confiança deles, e por isso hoje venho contar aqui esse caso.

Antes de continuar, gostaria de agradecer a esse casal pela confiança e pela consideração que tiveram por mim. É muito bom sentir que eles dão valor às palavras de alguém que nem tem tanta experiência assim, mas tem muita vontade de aprender.

Para facilitar, chamarei o personagem principal da história de JF, adianto que essas não são as letras do seu nome e sobrenome, é apenas algo ilustrativo. Vamos lá.

JF, como já disse, é formado em engenharia civil e logo depois de formado iniciou um pequeno negócio na sua área de formação, projetos para a construção civil. Por razões que eu desconheço, provavelmente por falta de experiência, o negócio não foi para frente e ele encaminhou sua vida profissional para a iniciativa privada.

Seu grande desejo sempre foi trabalhar com consultoria, e para isso, era necessário ganhar experiência e turbinar seu currículo. Como um bom empreendedor foi o que JF fez. Planejou e seguiu os passos traçados para que pudesse alcançar seu objetivo. Trabalhou em boas e grandes empresas, investiu em sua formação acadêmica, estudou inglês, deu aula em faculdades e MBA´s, buscou conhecimentos de diversas áreas (de gestão empresarial a tecnologia da informação, entre outros).

Toda essa trajetória o possibilitou trabalhar em diferentes áreas nas empresas às quais passou, agregando valor ao seu trabalho e principalmente, acumulando experiência. Além de trabalhar sua vida profissional, JF também foi construindo sua vida pessoal: casamento, moradia, transporte e filha.

O tempo passou e JF começou a colher os frutos de sua dedicação, até o momento em que a empresa que ele trabalhava começou a não corresponder à expectativas, trocando-o de departamento, demonstrando grande fragilidade no processo de gestão, atrapalhando muito o seu trabalho, como era de se esperar, já que as diretrizes que colocadas pela diretoria da empresa afeta diretamente a produção da fábrica.

Começa-se nesse momento uma certa insatisfação ou desmotivação. As coisas parecem não caminhar, fica-se de mãos atadas. E você, caro leitor, deve estar se perguntado como ficou aquela história de consultoria que eu comentei no começo da história. É exatamente esse o ponto o qual me motivou a escrever esse post.

É realmente incrível como o universo conspira a favor de pessoas que se dedicam, se preparam e não desistem. Há uma semana, estive na casa desse casal para buscar minha irmã e aproveitamos para colocar o papo em dia. Depois de contar um pouco da minha vida, começamos a conversar sobre a vida deles.

A mulher de JF, que trabalha até hoje na construtora na qual fiz estágio, resolveu largar a carreira para se dedicar exclusivamente a abertura do seu próprio negócio, no ramo têxtil. Este fato é extremamente relevante para a elaboração do orçamento do casal, já que por ser um a start up* demandará certo tempo para gerar retorno financeiro.

Acontece que junto com a insatisfação de JF na empresa na qual trabalha, o pai dele, que trabalha no ramo de consultoria e certificação de processos de qualidade e meio ambiente, resolveu se aposentar. Parece mentira não é mesmo?! Continuando, o pai de JF é extremamente respeitado e conhecido no nicho de mercado em que atua, entretanto não tem uma estrutura administrativa e temporal que permita com que haja expansão dos negócios.

Nesse momento é parece que o universo conspira. Você percebeu, caro leitor, que a “sorte” só se consolida quando há a junção de capacitação e oportunidade? JF sempre direcionou seus estudos e atividades para que pudesse atuar no ramo de consultoria e exatamente quando ele precisava ganhar um novo fôlego profissional a oportunidade se consolidou.

Mas nem tudo na vida de um empreendedor são flores, quero deixar isso claro. Até agora parece que a decisão de empreender é simples e pode de uma hora para a outra cair no seu colo. Mas não é bem assim, caro leitor. E é exatamente em momentos como esse que meu amigo está passando que diferencia um empreendedor de sucesso de um profissional que pertence à vala comum.

Meu objetivo aqui não é julgar nem muito menos dizer o que eu faria se estivesse no lugar dele, mas sim mostrar a você como uma história pode ter finais completamente diferentes se soubermos colocar pesos e medidas certas nas coisas.

Até agora as coisas parecem simples no sentido de seguir esse novo caminho empreendedor. Mas para tomar essa decisão, JF terá que colocar do outro lado da balança:

– A exclusão da renda fixa mensal que o casal tem hoje, já que ambos pretendem iniciar novos negócios.

– O risco de o tempo de amadurecimento do negócio para que possa dar lucro ser maior que o esperado, ou talvez que esse tempo seja tão longo que seja impossível seguir em frente.

– A responsabilidade, como pai de família, de manter o bem-estar, em todas as esferas, de sua família

– A continuação e/ou a evolução dos negócios para que pelo menos garanta sua a satisfação pessoal, assim como a satisfação de seu pai.

– Entre outros…

Pois é caro leitor, a resposta ou o caminho que se deve tomar em uma situação como essa não é tão simples de ser encontrado e muito menos tem uma padrão ser seguido, pois envolvem diversas circunstâncias ambientais e também habilidades e conhecimentos do empreendedor para que o negócio siga por um caminho de sucesso.

Essa é a típica situação que daqui cinco ou dez anos será vista como um passo empreendedor grandioso, devido aos riscos assumidos e ao sucesso do negócio, ou um caminho de loucura por ter abandonado algo teoricamente certo e contar com o duvidoso.

Com essa história, caro leitor, quis ilustrar para você como é o início do processo empreendedor, enfatizando o valor do planejamento e da perseverança. Mas é claro que depois da decisão tomada, seja ela qual for, o caminho será longo e tortuoso. E por isso dependerá das habilidades de cada um para fazer com que o caminho escolhido lhe conduza à satisfação pessoal e profissional.

Não é o objetivo aqui, como já disse, dar a minha opinião sobre o assunto, mas o que tenho a dizer, para finalizar, servirá para qualquer pessoa que um dia possa se encontrar em uma situação semelhante à desse meu amigo.

Em momentos como esse, é necessário:

– Ponderar todos os prós e contras do caminho a ser escolhido;

– Estudar as melhores maneiras de garantir o sucesso da empreitada;

– Buscar, cativar e motivar profissionais e amigos com boa capacitação técnica para colaborar ao longo de todo o processo, seja na concepção ou na execução do projeto;

– Preparar-se financeiramente para que se tenha paz concentração ao longo de todo o trabalho;

– Acreditar e se dedicar arduamente, incansavelmente ao projeto com foco no sucesso deste.

Espero, prezado leitor, que você tenha gostado dessa história e que reflita na importância de cada atitude que tenha que tomar na sua vida profissional visando sempre o sucesso. Não esqueça que estamos sempre assumindo riscos, mas que esses risco devem ser controlados e minimizados.

Aos protagonistas dessa história, obrigado por compartilhá-la comigo e por confiar em mim. Estarei aqui para o que der e vier… Sucesso!!!

 

 

Abraços empreendedores,