Entusiasmo

Olá prezado leitor,

Estes dias recebi um e-mail de um amigo que continha uma passagem muito interessante e que tem tudo a ver com uma das principais características comportamentais que tangem o empreendedorismo. O texto fala sobre o entusiasmo, mas infelizmente apresenta o nome do autor , veja:

“A palavra entusiasmo vem do grego e significa “ter um deus dentro de si”. Os gregos como politeístas,  acreditavam em  vários deuses.

A pessoa “entusiasmada” era aquela “preenchida” por um dos deuses e por isso poderia transformar a  natureza e fazer as coisas acontecerem.

Assim, se você fosse “entusiasmado” por  Deméter (deusa da Agricultura, chamada Ceres na mitologia romana) você seria  capaz de fazer acontecer a melhor colheita, e assim por diante.

Segundo os  gregos, só as pessoas “entusiasmadas” eram capazes de vencer os desafios do  cotidiano, criar uma realidade ou modificá-la. Portanto, era preciso  “entusiasmar-se”, ou seja, “abrigar um deus em si”!

É por esta razão que as pessoas “entusiasmadas” acreditam em si, agem com serenidade,  alegria e firmeza, também acreditando nos outros “entusiasmados”.

Não é o  sucesso que traz o entusiasmo, é o “entusiasmo” que traz o sucesso.

O “entusiasmo” é bem diferente do otimismo. O otimismo significa esperar que uma coisa dê certo, o “entusiasmo” acredita que é possível fazer dar certo.”

Se você quer conhecer uma empresa que faz acontecer, que é exemplo de entusiasmo, e se interessa por jogos online, conheça a Wee Games clicando aqui.

Fica a dica: “Um empreendedor de sucesso não é aquele que acredita ter uma ideia boa, mas sim aquele que prova para a sociedade que seu produto tem utilidade”.

Por isso, mãos a obra!!

Abraços empreendedores,

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Estamos de volta…

Olá prezado leitor!

É com grande prazer que volto a escrever neste blog podendo dividir com cada um de você tudo o que tenho aprendido nesses tempos que fiquei “afastado” deste espaço.

A minha intenção aqui é publicar textos e recomendações relevantes para a formação empreendedora do brasileiro, por isso manter um blog como este é necessário ter dedicação e tempo. Infelizmente passei e estou passando por uma fase que o trabalho e o estudo tomam muito do meu tempo e me falta oportunidade de sentar, estudar sobre o tema e passar para você.

Ainda assim estou me propondo a voltar a escrever aqui, pelo menos para passar a você um pouco do que tenho vivido nestes tempos… Quero voltar a escrever semanalmente, vou fazer disso aqui uma terapia e vou me planejar para isso.

 Já neste primeiro post comento sobre um assunto que já tratamos aqui: intra-empreendedorismo.

(Para lembrar: Empreendedor x intra-empreendedor)

Como citado no texto anterior, o intra-empreendedor é aquele cara que não tem o seu próprio negócio, mas encara a empresa para a qual presta serviço como se fosse dele, criando oportunidades de crescimento bilateral e motivando equipes para atingir seus objetivos.

Neste sentido tenho vivido uma experiência muito interessante na empresa que trabalho. A empresa presta serviços para concessionárias de rodovias estaduais sendo tais serviços tanto de fabricação de produtos como no fornecimento de mão-de-obra, portanto exige um plantel considerável na produção e um alto grau de controle.

Seria simples de controlar se a empresa com setenta funcionários fosse administrada por oito ou dez pessoas, mas hoje o corpo administrativo da empresa conta com três pessoas: o dono da empresa, eu e outro funcionário. Parece brincadeira, mas não é e por isso tenho me ausentado daqui.

Com esse grande volume de trabalho, que vai desde atendimento ao cliente até compra de suprimentos, processos licitatórios e controle financeiro era natura que houvesse um envolvimento grande dos dois funcionários com a empresa.

Mas envolvimento ainda não seria suficiente para explicar a minha vontade sinto de resolver cada problema que aparece, uma vez que atingir resultados é o mínimo que se espera de um funcionário. Eu  percebi que para superar as expectativas eu precisava fazer um pouco mais, me dedicar um pouco mais… Eis então que, depois de ler diversos artigos sobre isso, a solução seria encara o desafio como se fosse seu, fazer da empresa a sua organização.

É claro que essa mudança de pensamento não solucionou todos os meus problemas, mas gerou energia para transpor a barreira do mediano, resultando em um reconhecimento financeiro relativamente interessante.

Algum tempo se passou desde que comecei a encarar o trabalho desta forma, acho que foi uma grande evolução aliada a liberdade de criação e que disponho dentro da empresa. Entretanto , o que eu faço hoje é apenas gerar dados, controles e análises e não tomar decisões. Não tomar decisões nesse caso não significa pedir permissão para tudo, mas as decisões estratégicas cabem exclusivamente ao do da empresa.

E talvez essa seja a linha tênue entre o empreendedor e o intra-empreendedor, ter ou não o poder de tomar decisões que influenciem diretamente na estratégia da empresa e política da empresa.

Este é o meu próximo passo. Até a próxima.

Abraços empreendedores.